VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: ACOLHIMENTO E ARTICULAÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE
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Palavras-chave

Violência contra a Mulher
Acolhimento
Atenção Primária à Saúde
Colaboração Intersetorial
Saúde da Mulher

Como Citar

Carvalho, D. da S., Moura-Ferreira, M. C. de, Vieira, A. J. A., Silva, É. J. F. da, Gonçalves, J. R., Chacon, K. de O., Fagundes, M. D. de M., Domingues, L. F., Mendes, D. dos S., Silva, A. E. N. da, Santos, A. C. L., Lopes, F. G., Klara Oliveira Laurentino, A., & Trindade Bemites, P. (2026). VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: ACOLHIMENTO E ARTICULAÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE. Estudos Avançados sobre Saúde e Natureza, 20, 336-346. https://doi.org/10.51249/easn20.2026.3287

Resumo

Introdução: A violência contra a mulher atravessa relações familiares, condições de vida e experiências de adoecimento. Nos serviços de saúde, pode aparecer em um relato direto ou permanecer encoberta por queixas que se repetem, exigindo sensibilidade profissional e respostas articuladas. Objetivo: Discutir o acolhimento de mulheres em situação de violência e a articulação da rede de atenção em saúde, considerando a integralidade, a autonomia e a continuidade do cuidado. Desenvolvimento: Capítulo de abordagem teórico-reflexiva, fundamentado em literatura científica e documentos oficiais. A discussão contempla o reconhecimento da violência como demanda de saúde, a escuta sem julgamentos, a prevenção da revitimização, a proteção das informações e a organização do trabalho interprofissional e intersetorial. Destaca-se que o encaminhamento precisa envolver comunicação entre os serviços, definição de responsabilidades e acompanhamento das necessidades da mulher. A formação das equipes deve estar associada a condições institucionais que sustentem as práticas de cuidado. Considerações finais: A atenção às mulheres em situação de violência exige presença, responsabilidade e continuidade. Uma rede comprometida com a proteção precisa oferecer caminhos acessíveis e seguros, respeitar as decisões das mulheres e reconhecer os obstáculos concretos que limitam suas possibilidades de escolha.

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