Resumo
Escrever um artigo com esse tema é uma tarefa hercúlea, que não exige apenas força de vontade, mas entender os caminhos percorridos pelas mulheres e os movimentos feministas durante séculos, até o ápice contemporâneo, para tanto embasaremos os nossos pensamentos em diferentes estudos bibliográficos, contudo, principalmente nas ideias do manifesto “feminismo para os 99%” de (Arruzza et al., 2019). Pretendemos aqui através de diferentes leituras abordarmos as interferências do capitalismo dentro da opressão feminista e de diferentes grupos sociais como: negros, LGBTQ+, mulheres e outros. O capitalismo e neoliberalismo que têm moldado as ações da sociedade democrática, rompendo com os direitos de grupos minoritários e subjugando as ações em defesa desses. Os manifestos feministas tendem a um anticapitalismo e o rompimento da fragmentação das lutas, ou de representações idearia da meritocracia, que muito é dissolvido na sociedade. Nos fronts as mulheres representam a igualdade de diferentes classes e não apenas das mesmas, a defesa é embasada em tudo aquilo que o capitalismo interfere com as suas ações corrosivas, que superficialmente representa o desenvolvimento, contudo, por traz escraviza os menos favorecidos e inerentes ao ciclo desenvolvimentista que favorece pequenos grupos capitalistas.
