Resumo
The advancement of health technologies has promoted profound transformations in care processes, impacting service organization, professional practice, and the relationships established between healthcare professionals and users. In this context, there is a growing need to critically examine the effects of technological mediation on the humanization of care. This study aimed to analyze whether technology-mediated healthcare represents a process of dehumanization or a new form of bond construction. This is a theoretical-reflective study based on a critical analysis of national and international scientific literature addressing the interface between technology, humanization, and quality of care. The findings indicate that health technologies expand access, improve care quality, enhance patient safety, and support continuity of care. However, they also present risks related to the mechanization of practices, reduced active listening, and weakened interpersonal relationships when used uncritically. On the other hand, when integrated into patient-centered approaches grounded in empathy, welcoming practices, and bond-building, technologies can enhance the humanization of care, including in virtual environments. It is concluded that the impact of technology on healthcare is not determined by its presence, but by how it is incorporated into work processes. Therefore, the integration of technological innovation, professional ethics, and humanized practices is essential for the development of comprehensive, effective, and patient-centered care.
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